Em quatro versos, MC Fioti dialoga melhor com os brasileiros do que seu governo em um ano de luta contra o coronavírus
Yaku Pérez, líder indígena e candidato presidencial, fala sobre o processo eleitoral e os principais desafios do Equador.
A governança colaborativa é a única saída para evitar o "nacionalismo da vacina" que tanto afeta a América Latina e o mundo.
O Equador, dividido e desconcertado, procura um líder capaz de lidar com uma situação crítica em múltiplas frentes.
Sua cruzada anti-vacina e a catástrofe sanitária em Manaus causaram indignação. Mas Bolsonaro ainda conta com apoio no Congresso.
Chamada de "escudo contra o aborto", a reforma do Artigo 67 visa evitar que o aborto seja legalizado no futuro em Honduras.
ONGs apresentaram provas legais envolvendo a gigante mineradora Cerrejón, na Colômbia, em crimes ambientais e sociais.
As tentativas de proibir e censurar o grupo só lhe deram mais poder e ajudaram a iniciar uma nova era da extrema-direita.
América Central, México e Estados Unidos não podem mais ignorar os problemas que levam milhares de centro-americanos a formar caravanas na tentativa de migrar.
A crise de Manaus destaca como o governo Bolsonaro despreza o norte e o nordeste, as regiões mais pobre do Brasil.
No atual contexto de guerra pandêmica, atribuir nacionalidade à vacina, politizá-la ou polarizá-la é desvirtuar o seu único propósito: salvar milhões de vidas.
2020 parecia ser um ano de oportunidades, mas resultou ser o ano das guerras e dos zoombies. 2021 será o ano para repensar tudo.