Embora achemos a censura do ainda presidente dos Estados Unidos justa, não devemos esquecer que as duas redes sociais mais poderosas do mundo são atores com interesses políticos e econômicos.
O presidente eleito Joe Biden prometeu ter a política externa como uma das prioridades de sua administração e retornar os Estados Unidos ao mundo e ao multilateralismo.
As eleições parlamentares do próximo domingo para escolher uma nova Assembleia Nacional na Venezuela ameaçam acabar com o que resta da democracia no país.
Há cada vez mais ditaduras nascidas do apoio eleitoral popular. O nacional-populismo não ameaça as elites ou o status quo; ele ameaça os direitos e as liberdades.
As medidas de controle precisam, ao mesmo tempo, combater a desinformação, conteúdos extremistas e ataques cibernéticos. Qualquer omissão não é apenas perigosa para as eleições deste ano no Brasil e nos Estados Unidos. É letal para a democracia em todo o mundo.