No atual contexto de guerra pandêmica, atribuir nacionalidade à vacina, politizá-la ou polarizá-la é desvirtuar o seu único propósito: salvar milhões de vidas.
A nova norma traz avanços essenciais para o combate da pandemia no Brasil. Faz-se necessário uma coalização nacional harmônica, interpoderes e federativa, para o enfrentamento de um inimigo comum.
Quem representa um perigo maior para a democracia brasileira? Bolsonaro – um político irredimível e líder populista – ou o Centrão – uma coalizão partidária que prioriza os ganhos financeiros e as posições de poder sobre qualquer agenda política?
O fracasso frente à pandemia se repete monotonamente em todos os planos e áreas de ação de um governo que se contenta em assistir, com ar de galhofa, à desintegração física e moral da sociedade brasileira.
A Comissão Interamericana apresentou à Corte Interamericana o caso do advogado popular Gabriel Sales Pimenta contra o Estado brasileiro pela situação de impunidade na qual se encontram os fatos relacionados à sua morte no Pará em 1982.
Quando se trata de violência LGBTQ, o Brasil tem um péssimo registro, tanto online quanto offline. Mas à medida que a consciência cresce e mais pessoas LGBTQ são eleitas para cargo públicos, o cenário pode começar a mudar.
O presidente eleito Joe Biden prometeu ter a política externa como uma das prioridades de sua administração e retornar os Estados Unidos ao mundo e ao multilateralismo.
As eleições parlamentares do próximo domingo para escolher uma nova Assembleia Nacional na Venezuela ameaçam acabar com o que resta da democracia no país.