Quando os governantes transferem a responsabilidade de proteger ao indivíduo, ele se vê obrigado a querer fazê-lo, e o resultado são as catástrofes evitáveis.
No atual contexto de guerra pandêmica, atribuir nacionalidade à vacina, politizá-la ou polarizá-la é desvirtuar o seu único propósito: salvar milhões de vidas.
A nova norma traz avanços essenciais para o combate da pandemia no Brasil. Faz-se necessário uma coalização nacional harmônica, interpoderes e federativa, para o enfrentamento de um inimigo comum.
Quem representa um perigo maior para a democracia brasileira? Bolsonaro – um político irredimível e líder populista – ou o Centrão – uma coalizão partidária que prioriza os ganhos financeiros e as posições de poder sobre qualquer agenda política?
O fracasso frente à pandemia se repete monotonamente em todos os planos e áreas de ação de um governo que se contenta em assistir, com ar de galhofa, à desintegração física e moral da sociedade brasileira.