Uma frente de ativistas já distribuiu R$ 145 milhões em cestas básicas e renda extra para mais de 1,1 milhão de mulheres chefes de família em 5.000 favelas.
Latinas estão enfrentando uma crise de "violência obstétrica" agravada pela pandemia, apesar das leis contra os maus tratos e a "medicalização excessiva".
O Brasil tem a capacidade pública, privada e sem fins lucrativos de conter e controlar o vírus. Para que isso aconteça, todavia, falta encarecidamente uma liderança competente.
O apoio a migrantes e refugiados não é apenas um dever moral de outros países de destino, mas também essencial se quisermos mitigar com sucesso a transmissão do vírus.
Duas mulheres contam como suas comunidades, na Colômbia e no Paraguai, estão enfrentando a Covid-19, as dificuldades pelas quais estão passando e as implicações do isolamento.
O quadro atual nos presídios pode ser lido como a continuação da plataforma de campanha de Bolsonaro — a da necropolítica, na qual o Estado decide quem vive e, sobretudo, quem morre.
A resposta à Covid-19 ratifica a profundidade da ideologia militarista no país, enquanto as organizações sociais apostam em uma solução pacífica, soberana e democrática.