Em 20 de julho, dia da independência do país, o presidente afirmou que os assassinatos de líderes sociais diminuíram 25% no seu governo. Os números dizem o contrário.
Um espaço de 2.522,4 hectares com áreas verdes, canais, lagoas e superfícies cultivadas é hoje o cenário de uma disputa legal diante da construção de um viaduto.
Existe uma mórbida ligação entre o ódio dos dias do primeiro-ministro da Suécia e a atual propaganda viciosa e notícias falsas multiplicadas por milhões na internet.
Instituições coordenadas pela OEA acordaram uma série de ações para apoiar os países do continente a lidar com o impacto da Covid-19. A questão é: cumpriram a promessa?
O quadro atual nos presídios pode ser lido como a continuação da plataforma de campanha de Bolsonaro — a da necropolítica, na qual o Estado decide quem vive e, sobretudo, quem morre.
A Covid-19 trouxe à tona o problema estrutural da região, onde a violência de gênero é reforçada por leis e normas sociais discriminatórias que minam as oportunidades de mulheres e meninas.