O século XXI marcará a disputa por energias “limpas e renováveis” entre poucas grandes potências dentro de um sistema que será cada vez mais hierárquico, assimétrico e imperial.
O apoio a migrantes e refugiados não é apenas um dever moral de outros países de destino, mas também essencial se quisermos mitigar com sucesso a transmissão do vírus.
Existe uma mórbida ligação entre o ódio dos dias do primeiro-ministro da Suécia e a atual propaganda viciosa e notícias falsas multiplicadas por milhões na internet.
Duas mulheres contam como suas comunidades, na Colômbia e no Paraguai, estão enfrentando a Covid-19, as dificuldades pelas quais estão passando e as implicações do isolamento.
O preço subsidiado dos combustíveis e o saqueio sistemático da PDVSA levaram o país a uma situação incomum: um país petroleiro que precisa importar enormes quantidades de gasolina.
O quadro atual nos presídios pode ser lido como a continuação da plataforma de campanha de Bolsonaro — a da necropolítica, na qual o Estado decide quem vive e, sobretudo, quem morre.
É necessário abandonar o discurso bélico e assumir as causas ambientais, juntamente com as sanitárias, se quisermos estar preparados para responder ao grande desafio da humanidade: a crise climática.
Propomos uma forma de keynesianismo democrático. É necessário investimento público para a economia produzir a infraestrutura necessária para a democracia. Esse é o futuro da digitalização.