Embora achemos a censura do ainda presidente dos Estados Unidos justa, não devemos esquecer que as duas redes sociais mais poderosas do mundo são atores com interesses políticos e econômicos.
As cenas da insurreição no Capitólio dos Estados Unidos da última quarta-feira, 6 de janeiro, ficarão na história como o momento em que a mais antiga e “excepcional” democracia do mundo cambaleou.
Portugal assume a presidência da União Europeia num momento crucial. Em meio a um cenário fluido e repleto de riscos sistêmicos, a forma como a Europa emergir da pandemia pode ser relevante para o reequilíbrio de uma agenda global díspar.
O fracasso frente à pandemia se repete monotonamente em todos os planos e áreas de ação de um governo que se contenta em assistir, com ar de galhofa, à desintegração física e moral da sociedade brasileira.
As campanhas de Boulos e de Manuela D’Ávila apontaram o caminho para um desfecho agradável desse teatro do absurdo: solidariedade, união, diálogo, criatividade e trabalho de base, mas também a coragem de apontar aqueles, dentre estes, que já viraram rinocerontes de Eugène Ionesco.
A Comissão Interamericana apresentou à Corte Interamericana o caso do advogado popular Gabriel Sales Pimenta contra o Estado brasileiro pela situação de impunidade na qual se encontram os fatos relacionados à sua morte no Pará em 1982.
Em 11 de dezembro, a Câmara dos Deputados da Argentina aprovou o projeto de interrupção voluntária da gravidez. É um grande passo em direção à descriminalização do aborto na América Latina.
A condição para que o líder populista seja um corretivo democrático e não um projeto de tirano é que sua atividade não vá além da estrutura da democracia liberal.
“Vivos” é um filme sobre a dor e a luta contínua das famílias dos 43 estudantes mexicanos desaparecidos em 2014 em Ayotzinapa. No entanto, é também sobre o papel do Estado nos desaparecimentos forçados na América Latina.